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Cidades

Baixada Santista tem quase 60 famílias desalojadas após fortes chuvas

A maioria está abrigada em casas de parentes; 12 foram levadas para abrigos municipais

Bárbara Farias

29 de janeiro de 2024 às 08:17
As chuvas obrigaram ao menos 57 famílias a deixarem suas casas na região; 12 foram acolhidas em abrigos municipais

As chuvas obrigaram ao menos 57 famílias a deixarem suas casas na região; 12 foram acolhidas em abrigos municipais ( Foto: Redes sociais/Reprodução )

As chuvas obrigaram ao menos 57 famílias a deixarem suas casas na Baixada Santista nos últimos dias. Desse total, 12 foram acolhidas em abrigos municipais. Santos é a cidade com o maior número de famílias fora de casa, totalizando 38, sendo 37 abrigadas em casas de parentes. Os órgãos de Defesa Civil dos municípios ainda avaliam as estruturas das residências em situação de risco.

Em nota, a Prefeitura de Santos, informou que “uma família que teve a casa afetada está abrigada na Casa Êxodo, recebendo apoio da Secretaria de Desenvolvimento Social, seis famílias cujas moradias foram afetadas preferiram ficar na casa de parentes e 31 famílias, que também foram orientadas a sair de casa até a chuva passar (sem danos diretos nas moradias), estão abrigadas em casas de parentes”.

A Administração Municipal informou também que “a Defesa Civil ainda está avaliando a situação dos imóveis atingidos pelas chuvas dos últimos dias. Até o momento, sete moradias tiveram danos em decorrência de sinistros. Após o término do Estado de atenção dos morros, um relatório vai indicar o total de moradias que serão interditas definitivamente, cujas famílias serão cadastradas para receber auxílio aluguel”.

Em São Vicente, nove famílias foram orientadas a deixarem suas residências temporariamente. “No Bairro Itararé, na Rua da Constituição, duas famílias foram desalojadas e estão se alojando na casa de parentes; na Rua Coaracy Paranhos, uma família também precisou buscar abrigo na residência de familiares; já no Parque Prainha, cinco famílias encontraram acolhimento nas casas de parentes, enquanto uma família foi direcionada para o abrigo municipal”.

A Administração Municipal informou ainda que, na última quinta-feira (25), foi realizada “uma força-tarefa” envolvendo equipes da Defesa Civil e de secretarias diversas “com o objetivo de identificar os principais pontos de risco, realizar intervenções para melhorar a vazão da água das chuvas, orientar e proteger a população”.

A Prefeitura de São Vicente informou que “a chuva não atingiu a Cidade de forma considerável nas últimas 24h” e que “nenhuma família do município está desabrigada”.

Até a tarde de ontem, o estado ainda era de Atenção e a Defesa Civil de São Vicente seguia com o monitoramento de áreas de risco. “Quando o estado passar de Atenção para o de Observação, as famílias serão orientadas sobre o retorno às suas residências”.

Em Guarujá, segundo a Prefeitura, três famílias, num total de sete pessoas, seguem abrigadas no Acolhimento Municipal José Calherani, no Jardim Boa Esperança, em Vicente de Carvalho. Na última quinta-feira (25), essas famílias precisaram deixar suas casas, no Morro Barreira do João Guarda, em decorrência do temporal.

Conforme o Executivo municipal, as famílias receberam assistência da Defesa Civil e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social (Sedeas). “Os desalojados passam a ser atendidos por uma equipe especializada em abrigo adequado com alimentação, higienização, roupas limpas e outros serviços”.

Em Mongaguá, conforme a Prefeitura, “sete famílias estão no abrigo temporário montado pela Administração Municipal, com o apoio da Defesa Civil e da Diretoria de Assistência Social. Além de todo o apoio dado dentro do acolhimento, o Centro de Referência Especializado da Assistência Social (CREAS) oferece serviço de auxílio na retirada de novos documentos”.

A Prefeitura de Itanhaém informou que, segundo registros da Defesa Civil, “não tivemos desabrigados, apenas transtornos de alagamentos, em alguns casos água entrando nas residências em decorrência dos fortes volumes de chuvas, porém, não nos foram solicitados pedidos de abrigo em virtude de as pessoas terem que sair de suas residências”.

Em Peruíbe, de acordo com a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, todas as 15 pessoas desabrigadas que estavam no abrigo montado no Centro Comunitário do Caraminguava “retornaram para suas casas neste domingo (28)”.

Em Cubatão, também não há “desabrigados ou desalojados”, de acordo com a Administração Municipal. Em Bertioga, apesar do mau tempo, “não há desalojados ou desabrigados na cidade”, segundo a Prefeitura.

A Prefeitura de Praia Grande também foi procurada, mas não retornou até o fechamento desta reportagem.